• HERDADE DE COELHEIROS, 7040–202 IGREJINHA — PORTUGAL
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  • GPS 39˚38’22.34’’N 7˚50’59.03’’W

Coelheiros

 

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HISTÓRIA

A história da herdade foi moldada pelo caráter e resiliência dos seus proprietários, que desde sempre partilharam a mesma visão: tirar o melhor partido da terra com profundo respeito pela natureza. 

1423

A primeira referência histórica à Herdade de Coelheiros remonta a 1423 tendo sido oferecida como dote de casamento a Dom Ruy de Sousa e D. Branca de Vilhena. Dom Ruy foi uma figura de relevo na História de Portugal, conhecido como o principal “arquiteto” do Tratado de Tordesilhas. 

1863

Nos séculos seguintes a propriedade foi adquirida por diferentes famílias, até que em 1863 foi comprada pela viúva Isadora Calhau, tornando-se na primeira proprietária a habitar e explorar a herdade, um espírito empreendedor raro entre as mulheres da época. 
 

Imagem — Documento em que D. Isadora Maria declara que pretende comprar as Herdades Branca de Almeida e Coelheiros à família Falé.

 

1887

A propriedade é vendida ao Conde de Azarujinha. Neste período surgem os primeiros registos de vinhas na Herdade, embora estas não tenham perdurado.
 

Imagem — Referência à existência de vinha da Herdade de Coelheiros, da qual o rendeiro Francisco Carvalho se compromete a “tractar cuidadosamente”

 

1907

Ao longo dos séculos, a exploração das herdades no Alentejo era concedida por arrendamento a lavradores. Foram muitas as gentes que exploraram a Herdade de Coelheiros e a habitaram. 


Imagem — Monte de Coelheiros no tempo do lavrador António Francisco Carvalho

 

1974

Pouco antes da revolução, a propriedade é comprada por Dom Diogo Pereira Coutinho. Nesta altura as culturas eram a pecuária, cortiça e cereais. Com o 25 de Abril e o movimento da reforma agrária a herdade é ocupada por populares. 

1981

Joaquim e Leonilde Silveira compram a Herdade de Coelheiros e dão início a uma nova fase com a plantação da vinha e do pomar de nogueiras. As primeiras vinhas são plantadas com as castas Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Arinto, Roupeiro e Trincadeira. A opção por castas internacionais foi uma inovação para a época e permitiu produzir vinhos de perfil diferenciador.

1991

É produzido o primeiro Tapada de Coelheiros tinto, sob a batuta do enólogo António Saramago. O rótulo era representativo da tradicional tapeçaria de Arraiolos, arte acarinhada e impulsionada por D.ª Leonilde Silveira que detinha uma oficina de artes e ofícios em Igrejinha. 

1996

Os vinhos de Coelheiros ganham reconhecimento nacional e internacional, entre os quais o Tapada de Coelheiros Garrafeira 1996, que marca a história da herdade ao receber vários prémios como melhor vinho do Alentejo e de Portugal. 

2015

Inicia-se um novo capítulo na história de Coelheiros. O casal Alberto Weisser e Gabriela Mascioli apaixona-se pela diversidade de culturas e quietudes da herdade e adquire a propriedade, onde passa a residir. 

2016

Luís Patrão é convidado para assumir a enologia e viticultura de Coelheiros. António Saramago mantém a sua ligação à Herdade. 

2017

Lançamento da nova imagem de Coelheiros que traduz a ligação ao território bem como as suas origens e tradições. Inspirada na arte do bordado de Arraiolos, evoca a singularidade de cada parcela e casta, e a forma como são minuciosamente trabalhadas. Esta arte secular expressa o perfil distinto dos vinhos de Coelheiros.